Domingo, 3 de Junho de 2012

Terça-feira, 22 de Maio de 2012

Dia de actividade nos Bombeiros de Macedo

Tem sido um dia de actividade nos Bombeiros Voluntários de Macedo de Cavaleiros. Cerca das 4 da manhã, deflagrou um incêndio na aldeia de Bouzende, tendo as chamas consumido por completo uma habitação onde residia um homem de cerca de 70 anos. As operações de rescaldo prolongaram-se até as 8 horas da manhã. No local estiveram 7 Veículos e 20 Bombeiros. 





Ás 6:35 da manhã, um novo pedido de ajuda agora para um acidente de viação no "Monte de Morais", junto à localidade de Sobreda, uma carrinha despistou-se e colidiu com vários sobreiros, apesar do aparato, a vitima sofreu ferimentos ligeiros!



Já as 14:15, um novo pedido de socorro para um acidente, junto ao cruzamento da "Florestal", mobilizou 10 Bombeiros, 4 Veículos e a VMER de apoio ao Heli3, havendo a necessidade de desencarcerar uma das vitimas. Deste acidente resultaram 2 Feridos...


Quinta-feira, 17 de Maio de 2012

Gratificações pagas a bombeiros passam a ser sujeitas a impostos

O presidente da Associação Nacional dos Bombeiros Voluntários concorda que os bombeiros não devem estar isentos de impostos, mas pede a atualização dos valores das gratificações.

As gratificações pagas pelo trabalho prestado pelos bombeiros vão passar a ser sujeitas a IRS por causa das alterações feitas à forma como a Proteção Civil paga aos bombeiros envolvidos no combate às chamas.

Em declarações à TSF, o presidente da Associação Nacional de Bombeiros Voluntários explicou que «corre a ideia» de que a «Autoridade Nacional de Proteção Civil pagaria diretamente ao bombeiro não envolvendo a associação». Rui Silva adiantou ainda que os «bombeiros não devem estar isentos de fazer os descontos que qualquer cidadão faz, mas apelou à atualização do valor pago ao bombeiro, que agora é de 1,7 euros por hora. «Atualizem o valor pago ao bombeiro pelo valor que se paga, em média, a um trabalhador neste país. Não queiramos pagar 1,7 euros aos bombeiros.

Atualizem os valores e os bombeiros não terão problemas em contribuir como contribui qualquer cidadão», explicou. Este repreentante dos bombeiros voluntários explicou que poderá agora estar em causa o reforço para os grandes incêndios. «Está em causa é a Autoridade querer mão de obra barata para depois poder distribuí-los consoante o incêndio.

Isto é que é preciso ficar de uma vez por todas definido», concluiu. Um despacho do Ministério das Finanças garante que os subsídios pagos aos bombeiros a título de compensação pelo tempo perdido não estão sujeitos a IRS.

Fonte: RR

Quarta-feira, 16 de Maio de 2012

Liga de Bombeiros indignada com novas regras de transporte de doentes

“Alertamos os portugueses que isto é um tratamento indigno para as pessoas”, critica o presidente da Liga, Jaime Marta Soares.

A portaria que regulamenta o transporte de doentes não é benéfica nem para quem precisa, nem para os bombeiros, considera Jaime Marta Soares. O presidente da Liga dos Bombeiros diz que o acordo fechado com o Ministério da Saúde foi o possível, mas não o ideal. O documento, agora publicado em Diário da República, prevê que o transporte de doentes não urgentes seja pago até um máximo de 30 euros quando a pessoa está em tratamento. Prevê também que o transporte em casos menos graves passe a ser feito por carros particulares, como os táxis. A Liga dos Bombeiros diz que estas são veículos não habilitados para transportar doentes e deixa o alerta: “Que não seja levar o dístico de transporte de doentes, ter um documento qualquer a dizer que pode transportar doentes, meia dúzia de horas de formação e uma maleta de primeiros socorros e já está habilitada para transportar doentes.” “Não aceitaremos e alertamos os portugueses que isto é um tratamento indigno para as pessoas que estão doentes. Não sei se chegam à porta do hospital e se os levam às cavalitas ou lá o que fazem – é efectivamente degradante”, critica Jaime Marta Soares. Segundo as tabelas de preço por quilómetro, passa a ser mais barato procurar esses carros particulares. Jaime Marta Soares prevê um futuro negro para muitas corporações de bombeiros.

Fonte: RR

Segunda-feira, 14 de Maio de 2012

Fase "Bravo" arranca a 15 de maio

A segunda fase de combate aos incêndios, a fase "Bravo", terá início esta terça-feira, 15 de maio, com mais de seis mil bombeiros operacionais destacados. A fase “Bravo” de combate aos fogos florestais, que arranca a 15 de maio e se prolonga até 30 de junho, contará com um total de 6 271 bombeiros, apoiados por 1 577 veículos, 28 meios aéreos e 70 postos de vigia. O Ministério da Administração Interna (MAI) anunciou recentemente um reforço dos meios disponíveis face a 2011, sobretudo no que se refere aos meios aéreos, que passam de 24 para 28. No dia 1 de julho, a fase "Bravo" dará lugar à fase “Charlie”, que atuará na fase mais crítica de incêndios florestais.

Fonte: Actualidades

Fase "Bravo" de combate a incêndios começa já com vasta área ardida

A fase "Bravo" de combate a incêndios florestais começa na terça-feira com mais de seis mil bombeiros operacionais, num ano atípico em que a área ardida já é cinco vezes superior à registada no período homólogo em 2011. Durante a fase "Bravo", a segunda mais critica no combate e que se prolonga até 30 de junho, vão estar operacionais 6.271 homens, 1.577 veículos, 28 meios aéreos e 70 postos de vigia, segundo o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF) para este ano. Dos vários agentes que estão no terreno fazem parte bombeiros, elementos da Força Especial de Bombeiros (Canarinhos), do Grupo de Intervenção, Proteção e Socorro (GIPS) e do Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente (SEPNA) da GNR, elementos da PSP, da Autoridade Florestal Nacional e do Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade, além dos operacionais da associação de produtos florestais AFOCELCA. De acordo com o DECIF, os meios aéreos, da responsabilidade da Empresa de Meios Aéreos (EMA), vão aumentando ao longo da fase "Bravo", começando com sete até 31 de maio, aumentando para 24 até 15 de junho, chegando depois aos 28. O Ministério da Administração Interna (MAI) garante que na fase "Bravo", a segunda de três que envolve um maior número de meios de combate aos fogos, haverá um reforço do dispositivo em relação a 2011, principalmente dos meios aéreos, que passam de 24 para 28. A época mais crítica de incêndios florestais, a fase "Charlie", começa a 1 de julho, prolongando-se até 30 de setembro, e envolve 9.327 operacionais, 1.310 viaturas, 44 meios aéreos e 237 postos de vigia.

Fonte: JN

Governo “receptivo” para criar novo modelo de financiamento dos bombeiros

O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, afirmou este domingo que o Governo está “receptivo” para trabalhar em conjunto com a Liga Portuguesa de Bombeiros num “novo modelo de financiamento” das corporações. Em Vila Verde para a inauguração da Unidade Local de Formação de Bombeiros, Miguel Macedo esclareceu que os “ajustamentos” na área da Protecção Civil que o Governo está a equacionar “não põem em causa as corporações voluntárias”. Em declarações hoje à Lusa, o presidente da Liga Portuguesa de Bombeiros, Jaime Soares, aconselhou o Governo a “dar uma vassourada” na Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) reagindo às palavras do secretário de Estado da Administração Interna, que disse que os bombeiros voluntários têm de encontrar novas fórmulas de organização. Segundo o ministro, “o Governo está receptivo a trabalhar em conjunto com a liga de bombeiros num novo modelo de financiamento das corporações”, admitindo também a “necessidade de fazer ajustamentos na área da protecção civil”. Como exemplo destes ajustamentos, Macedo apontou a extinção da empresa de meios aéreos que, lembrou, o governo vai “operar em conjunto com o ministério da Saúde e os meios da proteção civil e de socorro de emergência médica”. Confrontado com as declarações de Jaime Soares, que aconselhou ao Governo uma “vassourada” na ANPC, Miguel Macedo considerou que o uso de “expressões fortes não resolve nada”. Até porque, afirmou, o “processo de discussão” entre Liga e Governo, assim como outras entidades, “tem andando bem e com frutos”. Ainda sobre as declarações de Jaime Soares, o ministro afirmou que o seu papel é “encontrar soluções” e não “contribuir com gasolina para um incêndio alheio”. Isto porque, admitiu o governante, “houve sempre alguma tensão entre a estrutura nacional de Protecção Civil e os bombeiros”. Reafirmando que o Governo “assume” as áreas de segurança e protecção civil como uma área “em que não se devem fazer cortes”, o ministro voltou a apontar a “racionalização de estruturas” como linha orientadora da reforma que está a ser preparada. No entanto Miguel Macedo escusou-se a adiantar mais detalhes sobre a referida reforma. “Vou apresentar o trabalho feito quando ele tiver todo estruturado, acho que é assim que deve ser feito”, disse.

Fonte: Público

Quinta-feira, 10 de Maio de 2012

Mais de 250 operacionais em Fátima garantem assistência aos peregrinos

Duzentos e sessenta e um operacionais, apoiados por 89 veículos, vão prestar assistência e socorro aos milhares de peregrinos que se desloquem ao Santuário de Fátima, especialmente a 12 e 13 de Maio, informou hoje a Protecção Civil (ANPC). A ANPC, através do Comando Distrital de Operações e Socorro de Santarém, vai colocar no terreno a iniciativa "Fátima 2012", executada no âmbito do Sistema Integrado de Operações de Protecção e Socorro (SIOPS). Junto ao recinto do Santuário, a ANPC vai assegurar o comando operacional das forças e entidades integrantes deste dispositivo de resposta, com instalação de um Posto de Comando Operacional Conjunto. Na operação vão participar o Serviço Municipal de Protecção Civil de Ourém, os Corpos de Bombeiros do distrito de Santarém, a Força Especial Bombeiros, o Instituto Nacional de Emergência Médica, a Cruz Vermelha e o Corpo Nacional de Escutas. Fonte:
Dnoticias.pt

Domingo, 22 de Abril de 2012

Apenas 62 têm os planos de emergência revistos e aprovados pela Protecção Civil

A legislação prevê que as autarquias são obrigadas a nomear um comandante operacional que seja responsável pela aprovação de um plano de urgência.

Dos 308 concelhos do país, apenas 62 têm os planos de emergência revistos e aprovados pela Protecção Civil. O distrito de Viseu é um exemplo desta situação: mais de metade dos municípios da região não tem os planos actualizados. De acordo com a legislação em vigor, as autarquias são obrigadas a nomear um comandante operacional que seja responsável pela aprovação de um plano de urgência. Mas em Penalva do Castelo, município de Viseu, o presidente da Câmara considera que o cargo é “uma inutilidade em tempos de crise”, ainda mais quando o “Estado não paga” a quem se candidatar. Leonidio Monteiro defende que “o comandante dos bombeiros voluntários consegue, em articulação com a Câmara, resolver os problemas de emergência que surjam”. Mesmo sem aprovação, o plano de emergência da cidade está sob controlo, garante o autarca, acrescentando ainda que “se houver qualquer situação de emergência, Penalva do Castelo tem todas as situações previstas para poder fazer face” a uma situação de perigo.

Fonte: Rádio RR

Meios de combate a incêndios «são adequados»

O secretário de Estado da Administração Interna, Filipe Lobo D’Ávila, considera «adequados» os meios de combate aos incêndios, mas admite que podem vir a ser tomadas «medidas excepcionais» em situações extraordinárias. «Nós não excluímos que, para situações excepcionais, possam vir a ser tomadas medidas excepcionais», afirmou Filipe Lobo D’Ávila em conferência de imprensa, no final da reunião da Comissão Nacional de Protecção Civil, na qual foi aprovada a Directiva Operacional Nacional – Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF 2012). O secretário de Estado explicou que, na sequência da «monotorização constante e diária» feita pela Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), já foram tomadas algumas medidas, dando como exemplo o pagamento antecipado a algumas corporações de bombeiros e o reforço do dispositivo. «A propósito desta sobrecarga [de incêndios] que se tem sentido nestes dois meses, o Governo determinou a antecipação de cerca de 400 mil euros em verbas destinadas a 100 corpos de bombeiros, situados em concelhos sujeitos a uma grande pressão, do ponto de vista do número de incêndios», avançou. Lobo D’Ávila sublinhou que, «não obstante as condições que o país atravessa, conseguiu-se um pequeno reforço do dispositivo, que não exclui outro tipo de medidas que poderão ser ponderadas através da análise operacional feita pela ANPC».

O Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais contará, no Verão, com mais nove mil elementos e 44 meios aéreos. Este dispositivo representa um «esforço financeiro de 70,2 milhões de euros» para a ANPC, dos quais 45 milhões de euros são para os meios aéreos, 17 ME para despesas com pessoal, 1,7 ME para combustíveis e 6,5 ME para despesas extraordinárias, disse o comandante operacional nacional da Protecção Civil, Vítor Vaz Pinto. «As verbas que estão previstas são sensivelmente as mesmas», reforçou Lobo D’Ávila, observando: «com as mesmas verbas conseguiu-se um reforço, nomeadamente, nos meses mais críticos». Para o secretário de Estado, a aprovação deste dispositivo é «absolutamente essencial para dar resposta a um Verão que se estima ser difícil», apelando também à sensibilização da população. Como novidade para este ano, Filipe Lobo D’Ávila apresentou um projecto piloto de monotorização, com recurso a novas tecnologias de prevenção e combate a incêndios, que será operacionalizado através de um plano de operações no Parque Nacional Peneda Gerês, resultante de uma parceria entre os ministérios da Agricultura e da Administração Interna. Desde Janeiro já deflagram cerca de 5800 incêndios em floresta e mato, perto de cinco vezes mais do que nos três primeiros meses de 2011, quando ocorreram 1653 fogos, segundo dados da ANPC e da Autoridade Florestal Nacional. Os dados indicam igualmente que, no último mês de Fevereiro, com 4186 fogos, registaram-se mais incêndios florestais do que em Agosto do ano passado (3982). Questionado pelos jornalistas sobre os meios actualmente no terreno, o comandante Vaz Pinto adiantou que «estão adequados à situação que se está a viver» e que, até agora, «o dispositivo tem respondido com muita eficiência». «O dispositivo responde de acordo com o risco», frisou. Mais de nove mil elementos e 44 meios aéreos no combate aos fogos no Verão O Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF) 2012 vai contar, na fase mais crítica (fase Charlie), com 44 meios aéreos, 2.253 equipas de diferentes forças envolvidas, 1.987 viaturas e 9.327 elementos, revelou fonte da Protecção Civil. O DECIF 2012 contempla o posicionamento de meios aéreos e terrestres para combate aos incêndios florestais, adicionados ao dispositivo existente ao longo do ano, entre 15 de Maio e 15 de Outubro (fases Bravo, Charlie e Delta).

Segundo adiantou à Agência Lusa fonte da Protecção Civil, entre os meios a incorporar no dispositivo, na fase Charlie, destacam-se 44 meios aéreos - 35 helicópteros médios e ligeiros para ataque inicial, 5 helicópteros pesados e 4 aviões médios anfíbios para ataque ampliado. O Governo já autorizou uma verba até 36,5 milhões de euros, sem IVA, para a contratação dos meios aéreos, segundo fonte do Ministério da Administração Interna (MAI), continuando a Empresa de Meios Aéreos (EMA) a ser responsável pelo combate aéreo aos fogos florestais. Neste dispositivo não estão incluídos três helicópteros da AFOCELCA, que actuarão nas áreas próprias desta associação ligada à Portucel. Na fase mais crítica dos incêndios, o dispositivo contará ainda com 12 máquinas de rasto, cedidas pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), 2.253 equipas, grupos ou brigadas das diferentes forças e serviços envolvidos, 1.987 viaturas e 9.327 elementos. A fonte precisou que, num período de «necessária contenção da despesa pública, o dispositivo foi «ajustado ao período de maior perigosidade, com uma aposta na vertente qualitativa dos meios a alocar ao combate a incêndios. Por seu lado, o dispositivo terrestre terá em 2012 um acréscimo de cerca de 1.2 por cento, na fase mais crítica (os três meses da fase Charlie - Julho/Agosto/Setembro) e uma ligeira diminuição na fase Bravo (cerca de sete por cento do número total de efectivos) e nos 15 dias da fase Delta, com uma redução de cerca de quatro por cento do total de elementos.

Fonte: Porta da Estrela

INEM registou lucro de 6,5 milhões de euros em 2011

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) fechou o ano de 2011 com um resultado operacional positivo de 6,5 milhões de euros, diz o seu presidente, tendo aumentado o número de respostas a situações de emergência médica e reduzido o tempo de atendimento das chamadas de emergência de 15 para 7 segundos. Na introdução do relatório de actividades e contas de 2011, o presidente do INEM, Miguel Soares de Oliveira recorda que o ano de 2011 começara com a divulgação de um relatório do Tribunal de Contas sobre o triénio 2007-2009, “bastante crítica e desfavorável à boa imagem da instituição”. O mesmo responsável dirige-se agora aos funcionários do INEM dizendo que todos conseguiram “esta vitória estrondosa sem colocar, nem por um segundo, em risco” a missão de salvar vidas. “Bem pelo contrário”, escreve. “Em pleno ano de contenção de custos fizemos, do ponto de vista operacional, mais e melhor, no que às nossas actividades principais de prestação de cuidados de emergência médica e de formação nessa matéria dizem respeito.” Nas contas, o fecho positivo do ano deveu-se ao corte dos custos na ordem dos nove milhões de euros, com especial incidência nas despesas com horas extraordinárias e nos fornecimentos e serviços externos, diz o presidente do INEM. É “a primeira vez em muitos anos que o INEM tem uma receita (operacional) superior à sua despesa (operacional)!!!”, escreve o responsável. Durante o ano de 2011, o INEM recebeu 1.363.129 chamadas de emergência, o que representa uma média diária de 3734 chamadas. Na resposta a estas situações, foram accionados 763.365 meios para situações de emergência médica. “Ambulâncias, motas, viaturas médicas de emergência e reanimação e helicópteros saíram mais 23.728 vezes, o que representa um acréscimo de 3% relativamente ao ano anterior”, diz o presidente do instituto. O relatório apresenta ainda outros números: todas as ambulâncias do INEM e mais 100 dos bombeiros foram equipadas com desfibrilhador automático externo, foram realizadas 195 acções de formação de emergência médica, o que significa, diz, “mais 101 que no ano anterior”, além de terem sido formadas 2.085 pessoas. No documento, apresentam-se ainda os rácios de ambulâncias do INEM (3,3), de ambulâncias em geral (6,1) e de viaturas de emergência (6,6) por 100 mil habitantes. Os meios humanos registaram pequenas variações, à excepção dos médicos, que diminuíram para 120, representando menos 36%.

 Fonte: Público

Segunda-feira, 9 de Abril de 2012

Sexta-feira, 30 de Março de 2012

Autoridade Nacional de Protecção Civil já processou o pagamento de mais 400 mil euros para combater os incêndios, soube o Económico.


Esta é a segunda antecipação de verbas realizada pelo Ministério da Administração Interna, depois de no final de Fevereiro ter determinado uma primeira antecipação de 386 mil euros destinada a 100 corporações dos bombeiros nos concelhos com mais incêndios fora de época.

Esta nova verba destina-se a 100 corporações de bombeiros (não coincide totalmente com as anteriores corporações) nos concelhos com mais ocorrência de fogos no mês de Março.

No total, a antecipação de verbas ascende já a cerca de 800 mil euros, sendo que escapa à lógica de reforço orçamental que exige um processo burocrático para poder desbloquear as verbas.

Fonte: Economico

Liga pede antecipação da Fase Alfa de combate a incêndios

A Liga dos Bombeiros Portugueses pede um reforço imediato dos meios de combate aos incêndios. Desde o início do ano, o número de ocorrências é já quatro vezes superior à média da última década e só na quarta-feira registaram-se mais de 330 fogos. Por isso, o presidente da Liga, Jaime Marta Soares, afirma que é preciso antecipar a Fase Alfa de combate a incêndios.

Toda esta situação está a estrangular as associações de bombeiros. Jaime Soares diz, portanto que “é melhor jogar pelo seguro e antecipar possíveis consequências.”

Desde Janeiro os incêndios já consumiram mais de 15 mil hectares de mato e floresta, segundo um relatório hoje divulgado.

O número revela um aumento muito significativo em relação a qualquer outro ano da última década. 2012, Sozinho representa quase tanto quanto a área ardida nos últimos 10 anos, nos mesmos meses.

De acordo com o relatório, o distrito de Bragança é o mais fustigado, com quase quatro mil hectares ardidos, seguido de Vila Real, da Guarda e de Viana do Castelo.

Fonte: Rádio Elmo

Terça-feira, 27 de Março de 2012

Bombeiros de Macedo ameaçam cessar funções


Alguns homens do corpo de Bombeiros da Associação Humanitária de Macedo de Cavaleiros ameaçam abandonar os capacetes, caso o comandante João Venceslau não volte a liderar esta corporação.

O contrato de João Venceslau terminou a quatro de Fevereiro deste ano e a atual direção não o reconduziu.

Na última Assembleia Geral desta Associação, algumas vozes de revolta e indignação por parte dos soldados da paz fizeram-se ouvir.

Agora, e depois de travada uma luta pela vida, João Venceslau expressa que a sua vontade é voltar a comandar esta corporação.

“Neste momento ainda estamos numa fase de avaliação de todo o processo, eu entendo e como toda a gente entende, que o cargo de comando implica um período de cinco anos, a partir daí poderá ser ou não reconduzido, tem que se respeitar acima de tudo o que a lei diz, a avaliação que é feita do trabalho demonstrado durante esse período e depois vir ou não novamente comandar estes jovens. Neste momento não devemos fazer prognósticos do que vai acontecer, vamos aguardar serenamente, sempre com o mesmo espírito e dedicação e conseguirmos levar para a frente todos os nossos objectivos de forma que a população esteja sempre salvaguardada. Em alguns dias teremos algumas novidades.”

João Venceslau diz aguardar serenamente pelo desenvolvimento de toda esta situação.

“Irei sair um dia, agora o dia em que isso acontecer só a Deus pertence. Gosto muito do que faço, sou muito profissional na minha maneira de trabalhar e de encarar esta situação. As pessoas muitas vezes não têm segunda hipótese, ou nos somos mesmo eficazes e conseguimos resolver a situação ou então a pessoa acaba por perder, e quando se perde, perde-se uma vida, isso é muito importante. Quando eu denotar mesmo numa recondução, a primeira atitude que irei tomar, embora aqui fosse demonstrado pelo corpo activo que continuam a ver em mim essas capacidades, mas mesmo assim, convêm sempre interrogá-los, saber verdadeiramente e sentir neles que eu sou o líder deles e que posso continuar a sê-lo. ”

Recordo que João Venceslau sofreu um acidente dia 24 de Outubro do ano transato, ao desatrelar o trator do veículo pesado de transporte de máquinas, um dos hidráulicos se desprendeu da ponteira e com grande pressão, terá batido e feito um buraco numa das paredes do quartel, tendo depois feito ricochete e atingido o comandante na zona do abdómen.

De volta, João Venceslau diz que é um milagre estar vivo e agradece o apoio de toda a população.


“Neste momento ainda estou numa fase de conclusão de todo este processo de recuperação. Foi um bocado difícil, ultrapassou-se muitos obstáculos, mas felizmente devido, acima de tudo a todo o apoio, a todo o carinho, a toda a dedicação, a todo o amor demonstrado por esta população do concelho, do distrito e não só. Deu forças suficientes de forma a que eu hoje pudesse estar aqui ao pé de vocês.”

A direção desta Associação Humanitária não quis prestar declarações gravadas e pronunciar-se sobre este assunto, deixando para “em tempo oportuno” revelar o motivo da não recondução de João Venceslau aos comandos dos Bombeiros de Macedo de Cavaleiros.

Fonte: Escrito por Lídia Martins_Rádio Onda Livre_(CIR)

Incêndios: Secretário de Estado da Administração Interna anuncia reforço de dispositivo

O secretário de Estado da Administração Interna anunciou o reforço do dispositivo de combate a incêndios em cerca de 200 homens e 11 meios aéreos, em comparação com o ano passado.

«Estarão no terreno mais cerca de 200 homens em Julho, Agosto e Setembro». Além disso, em todos os meses de combate aos incêndios haverá mais 11 meios aéreos do que no ano passado. Na Fase Charlie, que é o período mais difícil, contaremos ainda com mais três meios aéreos, em relação a 2011", revelou Filipe Lobo D' Ávila, à agência Lusa, à margem da inauguração do quartel dos Bombeiros Voluntários de Samora Correia.

O secretário de Estado salientou que, face a um Inverno atípico, o Governo decidiu antecipar o calendário de aprovação do dispositivo normal de combate aos incêndios, em cerca de «mês e meio». Costuma ser em Abril mas este ano foi antecipado para Março.

Filipe Lobo D' Ávila referiu que a verba de 400 mil euros, antecipada pelo Governo para fazer face à anormal ocorrência de incêndios, «já chegou às 100 corporações de bombeiros» abrangidas por esta medida. Além desta decisão, já foram colocadas em prática mais algumas medidas extraordinárias.

«Houve cinco ou seis Distritos que já tiveram reforço de grupos do Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro (GIPS) da Guarda Nacional Republicana (GNR). Também já foi accionado o reforço da força especial de bombeiros para permitir manter esta capacidade da primeira intervenção que é essencial», salientou.

O secretário de Estado da Administração Interna não coloca de parte a possibilidade de o Governo vir a aplicar mais medidas excepcionais, caso se justifique.

«Evidentemente não excluímos a adopção de outras medidas excepcionais caso se continue a verificar esta situação, que é absolutamente excepcional e que tem levado a que as corporações dos bombeiros estejam sujeitas a uma grande sobrecarga. Estamos a acompanhar o evoluir dos acontecimentos, nomeadamente das condições climatéricas e, em função daquilo que ocorrer, serão tomadas as medidas necessárias», assegurou Filipe Lobo D' Ávila.

Fonte: Lusa

Quinta-feira, 15 de Março de 2012

Guerra aos fogos de Verão vai custar 70 milhões


Os incêndios florestais vão ser combatidos na fase mais crítica deste Verão por 9327 bombeiros (9210 em 2011) apoiados por um total de 1987 viaturas (1945 no ano passado) e 44 meios aéreos (mais três que em 2011).

O número de meios e de pessoal – ligeiramente superiores ao do ano passado – foi considerado por Vítor Vaz Pinto, comandante nacional da Protecção Civil (ANPC), como o "mais adequado". O Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Florestais (DECIF 2012) foi ontem apresentado, em Carnaxide, Oeiras.
A estimativa de gastos directos por parte da Protecção Civil será na ordem dos 70,2 milhões de euros, com a grande fatia da verba (45 milhões de euros) destinada aos meios aéreos.
Já os gastos com o pessoal serão na ordem dos 17 milhões, enquanto para os combustíveis estão reservados 1,7 milhões de euros e para as despesas extraordinárias mais 6,5 milhões de euros. Ainda assim, o número de meios apresentado poderá ainda sofrer alterações.
"Mesmo com a actual situação do País, conseguimos um pequeno reforço do dispositivo, que não exclui outro tipo de medidas, que poderão ser ponderadas através da análise operacional feita pela Autoridade Nacional ", disse o secretário de Estado da Protecção Civil, Filipe Lobo d’Ávila. O responsável governamental admite mesmo que possam ser tomadas "medidas excepcionais".
Filipe Lobo d’Ávila afirmou ainda que as verbas disponíveis pouco variam relativamente ao ano passado, realçando mesmo o esforço já feito pelo Governo, devido ao número atípico de incêndios registados no início deste ano, e anunciado pelo ministro da Administração Interna, Miguel Macedo. "A propósito desta sobrecarga de incêndios nos dois primeiros meses do ano, o Governo já determinou a antecipação de cerca de 400 mil euros em verbas destinadas a 100 corpos de bombeiros, situados em concelhos sujeitos a grande pressão, nomeadamente no que diz respeito ao número de ocorrências", disse o governante.

Fonte: Correio da Manhã

Sábado, 10 de Março de 2012

Autoridade Nacional de Protecção Civil avisa população para tempo quente e seco e riscos de incêndio


Segundo as últimas informações do Instituto de Meteorologia, prevê-se para os próximos dias tempo quente e seco, que poderá gerar a progressão de eventuais incêndios florestais, segundo alertou a Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC).

“Os índices de perigosidade de incêndio florestal tenderão a atingir valores superiores ao que é normal para esta altura do ano, nomeadamente nas regiões norte e centro, sendo expectável que nos próximos dias o número de ocorrências relacionadas tenha tendência para aumentar”, refere a autoridade, em comunicado.

A ANPC recorda que, de acordo com as disposições legais em vigor, para o locais onde o índice de risco temporal de incêndio seja superior ao nível elevado, não é permitido a realização de queimadas, nem de fogueiras para recreio ou lazer, ou para confeção de alimentos; a utilização de equipamentos de queima e de combustão destinados à iluminação ou à confeção de alimentos; queimar matos cortados e amontoados e qualquer tipo de sobrantes de exploração; lançamento de balões com mecha acesa ou qualquer outro tipo de foguetes; fumar ou fazer lume de qualquer tipo nos espaços florestais e vias que os circundem; e a fumigação ou desinfestação em apiários com fumigadores que não estejam equipados com dispositivos de retenção de faúlhas.

A instituição recomenda a adequação dos comportamentos e atitudes face à situação de perigo de incêndio florestal, nomeadamente com a adoção das necessárias medidas de prevenção e precaução, observando as proibições acima expressas e tomando especial atenção à evolução do perigo de incêndio para os próximos dias, disponível junto dos sítios da internet da ANPC e do Instituto de Meteorologia, junto dos gabinetes técnicos florestais das câmaras municipais e dos corpos de bombeiros.

Face à presente previsão/situação, a ANPC determinou o estado de alerta especial (EAE), no nível azul, do Sistema Integrado de Operações de Socorro (SIOPS) para o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios (DECIF) para todos os distritos, entre as 8:00 horas de 9 de março e as 20:00 horas de 20 março.

O acionamento do EAE no nível azul pressupõe o reforço da monitorização e a intensificação, por parte do dispositivo de resposta, de ações preparatórias com vista ao aumento do grau de prontidão.

Fonte: DiariOnline Pt Algarve

Terça-feira, 6 de Março de 2012

Pagamentos fictícios eram hábito na Protecção Civil há mais de dez anos


Ex-comandante nacional Gil Martins contesta pena disciplinar e garante que não usou dinheiros em benefício próprio. É acusado de ter desviado mais de 100 mil euros do dispositivo de combate aos fogos.

O ex-comandante da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), Gil Martins, acusado há dias pelo Ministério Público dos crimes de peculato e falsificação de documentos, contestou junto dos tribunais administrativos a pena disciplinar de cessação de funções que lhe foi aplicada em Setembro do ano passado. E insistiu, na acção que interpôs na Justiça e a que o PÚBLICO teve acesso, que o pagamento de trabalhos fictícios seria hábito no sector há mais de dez anos. O ex-comandante nacional é acusado de se ter apoderado em benefício próprio de mais de 100 mil euros do dispositivo nacional de combate aos fogos.

A acção administrativa está a correr no Tribunal Administrativo de Lisboa, invocando o arguido várias invalidades processuais, nomeadamente, a incompetência absoluta do ministro da Administração Interna para lhe instaurar o processo disciplinar e lhe aplicar a pena. Na opinião da defesa de Gil Martins, assegurada pelo advogado António Almeida, cabia ao presidente da ANPC abrir o processo disciplinar, pelo que solicita que o mesmo seja invalidado e depois arquivado.

Num documento com mais de 100 páginas, a defesa de Gil Martins tenta implicar vários responsáveis da ANPC, incluindo o seu presidente, nos desvios de mais de 100 mil euros que lhe são imputados, mas garante que "não entrou nem um cêntimo na sua esfera pessoal". E sublinha: "Todo o trabalho foi desenvolvido no superior interesse público sem prejuízo para o Estado e com o único objectivo de salvar vidas, o património e o ambiente, mas não esquecendo a motivação e a coesão que temos que garantir a todos os que constituem o Dispositivo de Combate aos Incêndios Florestais".

Sem negar que gastou grande parte do dinheiro, o comandante diz que a prática de inflacionar os mapas do pessoal ao serviço durante a época mais crítica dos fogos, com o objectivo de criar um excedente de verbas que eram depois usadas como fundo de maneio, era uma prática antiga que não foi inventada por si. Não esconde que esse dinheiro era usado para pagar refeições, equipamento e até horas extraordinárias aos funcionários do Comando Nacional de Operações de Socorro, negando sempre ter agido com o propósito de enriquecer e de proporcionar benefícios a terceiros.

Sobre os gastos em restaurantes, que em 2007 e 2008 terão ultrapassado os 70 mil euros, Gil Martins diz que muitas destas refeições aconteciam no final de reuniões de trabalho. E que os almoços e jantares serviram para "criar confiança" e "espírito de corpo" entre dezenas de pessoas que trabalhavam para um mesmo objectivo.

Condecorações e louvores

O ex-comandante diz-se de consciência tranquila e puxa dos galões, lembrando que recebeu 20 condecorações nacionais e quatro estrangeiras, além de cinco louvores. Admite ter usado parte do dinheiro para comprar alguns dos equipamentos electrónicos encontrados em sua casa, mas insiste que serviam para trabalhar e só foram apreendidos na sua residência porque foi ali que preparou o dispositivo que a Protecção Civil montou para a última visita do papa a Portugal, em 2010, e o dispositivo para a cimeira da NATO, que também aconteceu nesse ano.

Distribuindo responsabilidades, Gil Martins cita abundantemente um depoimento de um seu subordinado, antigo adjunto nacional de operações, que assumiu que era responsável pelos contactos com as administrativas dos bombeiros de Barcarena, por onde saía o dinheiro. E insiste que nunca falou com ninguém desta corporação, incluindo as administrativas que emitiam os cheques em nome do seu motorista, depois de este apresentar facturas para justificar os gastos. O dinheiro era depois levantado pelo funcionário e entregue a Gil Martins.

A defesa de Gil Martins repete várias vezes que os mapas de pessoal eram elaborados por outros e apenas visados pelo ex-comandante nacional. E que as ordens de pagamento passavam sempre pela Unidade de Recursos Humanos e Financeiros da autoridade e eram autorizadas pelo presidente, o general Arnaldo Cruz, que esteve na origem dos processos instaurados a Gil Martins.

Fonte: Jornal Público

Sexta-feira, 2 de Março de 2012

Entre Muros


No comment

Novas competências para a Protecção Civil


O ministro da Administração Interna anunciou que a nova lei orgânica da Autoridade Nacional da Protecção Civil, hoje aprovada em Conselho de Ministros, atribui "novas competências e responsabilidades" à ANPC, designadamente no âmbito do planeamento civil de emergência.
Falando no Dia da Protecção Civil, Miguel Macedo referiu que foi aprovado um conjunto de alterações à lei orgânica da ANPC que, na prática, absorve as competências que cabiam ao Conselho Nacional de Planeamento Civil de Emergência.

Nas palavras do ministro, estas "novas e relevantes competências" da ANPC colocam a entidade "numa posição de ter que fazer um acrescido esforço de cooperação, partilha e de concertação" com todos os organismos que interagem com o sistema de protecção civil.

Numa cerimónia em que, juntamente com o secretário de Estado Filipe Lobo D'Avila e outras figuras do sector, impôs condedecorações a vários elementos dos agentes de proteção civil que no exercício do seu dever se distinguiram por "feitos valorosos", Miguel Macedo disse ainda que, "sem alarmismos", há um trabalho "muito relevante e inadiável" a fazer no domínio das chamadas "infraestruturas críticas".

"Temos em Portugal um conjunto de infraestruturas que são críticas e que estão vulneráveis. Nós temos que diminuir essa vulnerabilidade", enfatizou o ministro.

Em matéria de incêndios, o ministro realçou que as condições atmosféricas têm sido "verdadeiramente anormais" e que "só em Fevereiro houve 4.000 incêndios", lembrando que o Governo já tomou medidas de ajuda financeira e operacional às diversas corporações envolvidas no combate a este flagelo.

Em termos operacionais, disse, foi ativado um segundo helibombardeiro, estacionado em Santa Comba Dão, e reforçado os meios humanos em mais de 80 homens, 64 deles através do Grupo de Intervenção, de Protecção e Socorro.

Miguel Macedo considerou que estas medidas foram "essenciais" para enfrentar a situação que o país atravessa devido à seca e apelou às autarquias, entidades privadas e cidadãos que colaborem e cooperem para o mesmo objectivo: tornar Portugal um país mais seguro, através de um dispositivo "bem equipado e equilibrado" que está distribuído pelos sítios onde "estão os maiores riscos".

Em declarações aos jornalistas à saída da cerimónia, o secretário de Estado da Administração Interna, Filipe Lobo D'Avila, referiu que as Forças Armadas já participam na protecção civil e que é intenção do Governo que os militares "continuem a colaborar" nesse desígnio nacional.

Lusa / SOL

Sábado, 25 de Fevereiro de 2012

Governo vai dar dinheiro aos bombeiros para combate de incêndios


O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, garante que já deu indicações para que as corporações de bombeiros recebam o dinheiro necessário, para cobrir as despesas que estão a ter com os incêndios.

Miguel Macedo, que hoje esteve no Peso da Régua a inaugurar obras no quartel dos voluntários daquela cidade, revelou que decidiu antecipar os apoios para fazer face à situação anormal e excepcional que se está a viver.

Os números falam de facto por si: hoje já se ultrapassou a barreira dos 200 incêndios, sendo que, só em Fevereiro, já foram registados mais de 3500.
Quinta-feira registaram-se 343 fogos, e ontem – sexta-feira – foi registado um novo recorde do ano com 372 ocorrências.

Mas, na passagem de hoje pelo Peso da Régua, o ministro da Administração Interna também deixou alguns recados aos bombeiros dizendo que é preciso racionalizar. Miguel Macedo deu como exemplo o concelho de Alijó onde existem seis corporações de bombeiros.

Fonte: Rádio Renascença

Governo antecipa pagamento de ajuda aos bombeiros - País - Notícias - RTP

O Governo vai antecipar o pagamento das ajudas aos bombeiros que têm sido chamados a combater os incêndios deste inverno seco. O Ministro da Administração Interna garantiu ainda que outras medidas urgentes podem ser tomadas.

Governo antecipa pagamento de ajuda aos bombeiros - País - Notícias - RTP

Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2012

Macedo na rua

Nunes pediu ao ministro para não deixar morrer os transmontanos por falta de serviços

Os habitantes do distrito de Bragança não podem ser votados ao abandono para morrer mais cedo do que o resto dos portugueses. O pedido foi deixado ontem pelo presidente da Câmara de Bragança na cerimónia de tomada de posse da nova administração da Unidade Local de Saúde do Nordeste.
Numa cerimónia que contou com a presença do Ministro da Saúde, Jorge Nunes deixou seis apelos ao governante.Entre as prioridades estão a manutenção do helicóptero do INEM 24 horas por dia, a questão do transporte dos doentes, a criação de novas valências no distrito e, sobretudo, o reforço do financiamento da ULS.“Sem se resolver essa questão não se resolvem as fragilidades do sistema”, disse, apontando “respostas prioritárias que têm de ser dadas e a cardiologia é uma dessas”, perante situações em que temos concelhos em que a taxa de mortalidade por AVC ou enfartes é 2,7 vezes superior à média nacional. “Temos duas opções. Ou resolvemos o problema ou deixamos as pessoas morrer mais cedo”, sublinhouO autarca social-democrata apontou as estatísticas que revelam que “a taxa de mortalidade no Nordeste Transmontano em doentes de enfarte ou AVC é 58 por cento superior à média nacional e no concelho mais afastado dos hospitais de referência, Freixo de Espada à Cinta, é 2,7 vezes superior”.As especialidades mais próximas ficam a mais de 100 ou 200 quilómetros, em Vila Real ou no Porto, e até em casos de urgência as distâncias têm custos para os doentes, pois as ambulâncias de emergência médica transportam o doente para o hospital e regressam à base, “ficando o doente sem transporte público e por conta própria apôs a alta médica”.Jorge Nunes sublinhou que muitos destes cidadãos, já de idade avançada, com pensões de miséria de valor médio de 255 euros, são obrigados a pagar 125 euros a um táxi se o regresso for para Freixo de Espada à Cinta, ou 150 se for durante a noiteMas o ministro da Saúde acabou por fugir com o rabo à seringa. Mostrando ignorância nalgumas matérias, Paulo Macedo deixou entender que não há mais meios para a região e esquivou-se a tirar dúvidas como a do helicóptero do INEM ou a esclarecer a questão do transporte de doentes.“Em termos técnicos, duvido muito que deva haver serviços de cardiologia em todos os hospitais do país. Não é por estar a 200 quilómetros. Há especialidades que precisam de dimensão”, frisou.Ou seja, o ministro da saúde parece ter escolhido a segunda opção deixada por Jorge NunesJá António Marçôa, o novo presidente da ULS, também pediu mais meios devido às condições do distrito, com uma área muito grande e dispersa.
E deixou algumas promessas.

“A nossa realidade exige a aplicação de recursos acrescidos, nomeadamente em transportes e recursos humanos, alguma redundância de serviços e instalações”, disse. “Todavia, não nos esconderemos nesta realidade para não agir. Aumentaremos a produtividade da ULS, eliminaremos desperdícios, sem que tal nos impeça reconhecer a necessidade de discriminação positiva para a ULS do Nordeste.”
Pouco satisfeito com as respostas, ou falta delas, do ministro da saúde, ficou Jorge Nunes, que promete continuar a lutar por melhor saúde no Nordeste Transmontano, pois é uma área vital para combater a desertificação.
No final da cerimónia, o ministro da saúde fez ainda uma visita ao hospital de Bragança, para a qual os jornalistas estavam convidados mas de onde acabaram expulsos por um dos assessores de Paulo Macedo.
Escrito por Brigantia (CIR)

Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2012

Estado adianta verbas aos bombeiros


Liga dos Bombeiros considera que adiantamento não resolve todos os problemas das corporações, mas “aligeira as dificuldades”.

Os bombeiros pediram e o Governo aceitou adiantar verbas para resolver de imediato as despesas extraordinárias com o combate aos incêndios florestais das últimas semanas.
O ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, esteve hoje reunido com a Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) que está preocupada com o número anormal de incêndios neste Inverno.
“O Sr. ministro vai, sobre determinadas verbas a que temos direito, fazer adiantamentos e esses adiantamentos, efectivamente, resolverão [os problemas] no imediato e depois também se comprometeu a fazer o reforço desse adiantamento na altura própria”, disse o presidente da LBP aos jornalistas no final da reunião.
Jaime Marta Soares considera que este adiantamento não resolve todos os problemas das corporações de bombeiros, mas “aligeira as dificuldades” e diz que “há uma luz ao fundo do túnel”.
Já quanto à lei orgânica da Autoridade Nacional para a Protecção Civil, o ministro Miguel Macedo diz que não vai haver nova lei, mas apenas acertos cirúrgicos, explica Jaime Marta Soares.

Fonte: RR

"Acudam os bombeiros para que estes possam acudir o país"


O combate aos fogos florestais fora de época, que têm marcado as últimas semanas, e as solicitações para fornecimento de água às populações, devido à situação de seca, estão a agravar ainda mais a já difícil situação económica de muitas corporações de bombeiros.

"Acudam os bombeiros para que estes possam acudir o país." O apelo da Liga de Bombeiros Portugueses vai ser transmitido esta terça-feira num encontro com o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo. Há muitas corporações de bombeiros que estão a atravessar momentos difíceis e algumas já estão a fechar portas.

O combate aos fogos florestais fora de época, que têm marcado as últimas semanas, e as solicitações para fornecimento de água às populações, devido à situação de seca, estão a agravar ainda mais a já difícil situação económica de muitas corporações de bombeiros.

Por isso, o presidente da Liga de Bombeiros Portugueses, Jaime Soares, apela aos governantes para que “acudam os bombeiros, de forma a que os bombeiros possam acudir o país, porque senão isto entra numa situação de completa paralisação”.

A Liga espera que o Governo assuma as recentes despesas extra das corporações. “[Esperamos] que o senhor ministro dê ordens para que todas as despesas que apresentarmos, devidamente fiscalizadas, sejam assumidas, porque se não forem assumidas, qualquer dia chamam os bombeiros e já não há bombeiros para acudir”.

O presidente da Liga de Bombeiros diz que a diminuição no transporte de doentes em ambulâncias agravou as contas e que "parece que os bombeiros têm de pagar para prestar socorro".

“Houve uma diminuição dos transporte de doentes em ambulância, que era uma fonte de rendimento, apesar de não ser lucrativa, mas não podemos continuar a pagar para poder prestar socorro”, critica Jaime Soares.

Por fim, vai também transmitir ao ministro da Administração Interna algumas críticas à organização do socorro em Portugal. Aponta também dedo à Autoridade Nacional de Protecção Civil, uma entidade que "em nada aumentou a eficácia - só aumentou os custos".

Fonte: RR

Segunda-feira, 20 de Fevereiro de 2012

Florestas já estão debaixo de fogo


O aumento dos fogos florestais, que triplicaram este ano em comparação com os dois primeiros meses do ano passado, está a levar as corporações de bombeiros à falência, pois só no período de Verão é que o combate às chamas é financiado pelo Governo. A Liga dos Bombeiros Portugueses já veio reclamar um financiamento extraordinário, para garantir a operacionalidade dos corpos de bombeiros. Para amanhã está marcada uma reunião com o ministro da Administração Interna.

Fonte: Correio da Manhã

Domingo, 19 de Fevereiro de 2012

Governo quer transportar doentes em automóveis


O Ministério da Saúde quer abrir o transporte de doentes não urgentes a viaturas ligeiras. A Liga de Bombeiros considera a atual proposta demasiado "permissiva" e os taxistas prometem guerra à ideia.

Aproposta de criar um regime de Viaturas de Transporte Simples de Doentes - defendida pelo Ministério da Saúde, no âmbito do grupo de trabalho para rever o regulamento de transporte de doentes não urgentes - não agrada a nenhum dos parceiros. A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) admite a ideia, mas considera-a "excessivamente permissiva". E o presidente da Associação Nacional dos Transportadores em Automóveis Ligeiros (ANTRAL), Florêncio Almeida, diz que seria uma "concorrência desleal" aos táxis, prometendo que "a indústria irá para a rua" contestar.

Fonte: Jornal de Notícias

Ministro reúne com bombeiros para acautelar efeitos de seca

O ministro da Administração Interna vai reunir terça-feira com a Liga de Bombeiros Portugueses (LBP) para abordar a «preocupante» seca prolongada que afeta o país e que já fez triplicar o número de incêndios.
O anúncio foi feito ontem pelo próprio ministro Miguel Macedo, reconhecendo que apenas no primeiro mês e meio do ano Portugal já «leva mais do triplo das ignições» de 2011, perante um período descrito como de «prolongada e anormal seca».
«É evidentemente um motivo de preocupação para todo snós, não só pela questão dos incêndios, mas também pelo abastecimento de água às populações e começa a haver algumas dificuldades em alguns locais», admitiu Miguel Macedo, à margem de uma visita oficial a Valença.

Fonte: Diário do Minho

196 incêndios este sábado


Desde a meia-noite deste sábado deflagraram 196 incêndios só em Portugal continental.
Estes são os dados avançados pela página da Autoridade Nacional de Protecção Civil.
O número nada habitual de incêndios dos últimos dias já levou o ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, a confirmar que vai reunir-se com a Liga de Bombeiros Portugueses.

Fonte: Rádio Renascença

Quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2012

Bombeiros sem dinheiro para combater incêndios


A Liga dos Bombeiros Portugueses revelou esta quarta-feira que muitas corporações de bombeiros estão sem dinheiro para responder aos actuais incêndios florestais, alertando para a possibilidade de os carros deixarem de combater os fogos por falta de verba para combustível.

Nas últimas semanas, algumas zonas do país foram fustigadas por incêndios florestais, situação que é anormal para esta época de Inverno e, como o dispositivo de combate aos fogos ainda não está funcionar, são as corporações dos bombeiros que têm que suportar as despesas, nomeadamente de combustível e com viaturas.

O presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), Jaime Marta Soares, disse que, nesta altura do ano, "não há qualquer tipo de financiamento" para as despesas com os incêndios florestais, que trazem "custos acrescidos às corporações de bombeiros", que já estão com problemas financeiros devido aos cortes no transporte em ambulâncias de doentes não urgentes.

"Se não houver qualquer tipo de apoio financeiro não haverá capacidade financeira para responder aos incêndios", sublinhou, acrescentando que a qualquer momento "pode não haver dinheiro para as viaturas de combate a incêndio saírem dos quartéis".

Nesse sentido, a LBP apela ao Governo para que os bombeiros sejam ressarcidos de todas as despesas efectuadas no combate aos incêndios das últimas semanas.

A LBP vai pedir a todas as federações distritais de bombeiros que analisem os custos das corporações para que seja feito um pedido de financiamento à Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC).

Segundo a ANPC, desde o início do ano deflagraram mais de 1.700 incêndios florestais, que são sobretudo fogos de pequena dimensão e ocorrem em matos, estando na sua origem principalmente as queimadas.

Explicando o motivo dos fogos nesta época de inverno, Miguel Cruz, adjunto de operações nacionais da ANPC, disse que nos dois primeiros meses deste ano houve uma completa ausência de precipitação o que provoca elevados níveis de secura, contribuindo para as condições de propagação de incêndios.

O relatório dos incêndios florestais do ano passado refere que, em Janeiro e Fevereiro de 2011, meses em que se registou precipitação, deflagraram 592 fogos, concluindo-se que este ano os fogos quase que triplicaram.

Só no último fim-de-semana o número de ignições foi quase semelhante às registadas em Fevereiro de 2011 (380) e apenas na segunda-feira ocorreram 215.

Fonte: Correio da Manhã

Bombeiros de Macedo de Cavaleiros vão pôr quartel à venda por preço acima da avaliação


O antigo quartel dos bombeiros voluntários de Macedo de Cavaleiros vai ser posto à venda. A decisão foi tomada em Assembleia da instituição.
A Associação vai dar primazia de compra à Câmara Municipal, mas se a autarquia não quiser comprar, o edifício será colocado a leilão, com uma base de licitação de 200 mil euros.
A dívida dos bombeiros de Macedo de Cavaleiros desceu, mas ainda ronda os 170 mil euros.
A juntar a este problema, os bombeiros somam o parque automóvel: três ambulâncias com motor partido e apenas um carro de doentes no activo.
A venda do antigo quartel não resolve a situação, mas amortece o constrangimento financeiro.
A Assembleia deu luz verde à direcção para a venda do imóvel o que agrada a José Carlos Dias, que agora só espera que seja conseguida a venda.

“Desde Junho que andávamos à espera desta decisão, para poder colmatar as dívidas da associação, mas só após a venda é que podemos distribuir a importância pelos credores aquilo que lhe devemos. Tudo depende se é comprado, ou não, por alguém.”

Mesmo com o quartel por vender, a associação de bombeiros de Macedo tem tentado pagar as dívidas, exemplo disso é a que tinha a um fornecedor de gasóleo. O presidente da associação humanitária lamenta que ainda não tenha sido tirada a penhora.
“Essa dívida está paga. É pena que se mantenham as penhoras. Já deviam ter sido levantadas, não se ainda não foram por questões burocráticas, mas pelo menos a do quartel ainda não está”.As dívidas dos bombeiros têm sido pagas controlando também alguns excessos.
“Pagaram-se com algumas exigências aqui, como o não consumo de combustíveis, o não abuso de pneus e consumíveis, a própria electricidade, água, luz e gás. Temos controlado alguns excessos e vamos controlando as dívidas.”
A Assembleia dos Bombeiros autorizou com 2 votos nulos, 2 brancos, 5 votos contra e 31 votos a favor, a direcção dos bombeiros a vender o antigo quartel. 200 mil euros é a base de licitação.
O antigo quartel dos bombeiros de Macedo de Cavaleiros vale 181 mil euros, segundo uma peritagem do Tribunal da Relação do Porto.

Se estivesse novo, o edifício poderia ser vendido por mais de 300 mil euros. Com 42 anos, a associação humanitária decidiu leiloá-lo por 200 mil.
O documento de avaliação acrescenta que “face à idade e ao uso foi aplicada uma depreciação de 60%”. Novo, o quartel custaria mais de 300 mil euros, mas nas actuais condições, o perito avaliou em 122.700€ o edifício e em 58.300 o solo onde está edificado.
A peritagem foi realizada a 13 de Janeiro.
Escrito por Onda Livre (CIR)

INEM destaca cerca de 50 efectivos para o Carnaval

O Instituto Nacional de Emergências Médicas (INEM) vai funcionar, durante o Carnaval, nos dias 19, 20 e 21, em Luanda, com um corpo clínico de aproximadamente 50 pessoas a serem destacadas na Nova Marginal, distrito da Ingombota. Uma fonte afecta à direcção da instituição disse hoje à Angop que o INEM vai destacar no local médicos, enfermeiros e pessoal de apoio que funcionará em hospitais de campanha e ambulâncias.
De acordo com o responsável, serão tomadas medidas para que em caso de alguma emergência, o transporte de doentes para as unidades hospitalares mais próximas seja célere e segura. Como medida de prevenção, aconselhou a população a ter cuidado no consumo de bebidas alcoólicas.

Criado em Julho de 2009, o INEM está vocacionado para assegurar operações de salvamento nas praias e prestar especiais cuidados e apoios a necessitados na via pública como feridos em acidentes de viação, a deficientes e idosos. Tem ainda como finalidades, assegurar a elaboração de planos de emergência em caso de catástrofes, em colaboração com as direcções provinciais da Saúde, Serviço Nacional de Protecção Civil e Bombeiros e Cruz Vermelha de Angola (CVA).

Para atender as emergências, o INEM tem a disposição o terminal telefónico 116, através do qual faz o atendimento, triagem e aconselhamento aos cidadãos.

Angop/SOL

Bombeiros de Bragança não têm homens para acorrer a tantos incêndios nesta altura do ano


Apesar do frio invernal, os incêndios não têm dado tréguas aos bombeiros de Bragança. Ontem, a Protecção Civil distrital registou mais de uma dezena de ocorrências.
Só ao cair da noite lavravam sete fogos em mato no concelho de Bragança, deixando os bombeiros sem mãos a medir, uma vez que o dispositivo de combate a incêndios não está mobilizado.

A opção tem sido, em muitos casos, deixar arder, por falta de meios humanos para acorrer a todas as situações, que na maior parte dos casos derivam de queimadas.
Fonte dos bombeiros explicou que só têm acorrido aos incêndios que consomem floresta ou que põe em risco povoações.
À Brigantia, o comandante distrital da Protecção Civil explicou, sem gravar declarações, que o fenómeno tem aumentado desde o último sábado.
Carlos Alves mostra-se preocupado com a situação e, sobretudo, com a falta de meios dos bombeiros.
E admitiu que está a ser estudado, juntamente com os restantes comandantes distritais, um pedido de ajuda ao Governo.


Escrito por Brigantia